Festival de Cinema Aparecidense é realizado em Aparecida pela primeira vez

Por Solange Araújo

10 de dezembro de 2021

Por Solange Araújo

10 de dezembro de 2021


Foto: Rodrigo Estrela

Aparecida de Goiânia está sendo palco do Festival de Cinema Aparecidense (FACI). A primeira exibição de curta-metragem foi realizada na noite desta quinta-feira, 09, no Cine Teatro da Praça CEU das Artes, do setor Cidade Vera Cruz. O festival que é realizado pela primeira vez no município, reúne cerca de 60 filmes de diretores de 23 estados e Distrito Federal e conta com a participação de três diretores aparecidenses.

De acordo com o superintendente de Cultura, Weyder Moreira, a realização do festival tem o objetivo de tornar o gênero de curtas metragens mais acessível aos Aparecidenses. ” É mais do que necessário tornar acessível todas as artes. Com certeza conseguiremos informar por meio desses curtas e também sensibilizar as pessoas. Tornar acessível é nosso dever como poder público”, destaca.

Os curtas e médias metragens são exibidos na sala de cinema, em duas sessões por dia. Cada sessão exibe três filmes que são prestigiados por visitantes da feira que aproveitam para curtir o filme e por jurados do evento. O festival segue sendo exibido até o próximo sábado, 11.

“O festival surgiu da necessidade que nós temos de também trazer para Aparecida para fomentar a produção local pra possibilitar ao público moradores da região, o acesso ao gênero de curtas metragens que não é muitas vezes veiculados na grande mídia”, declara o diretor jurídico do FACI, Emerson Guimarães Alencar. 

Wemerson dos Santos, 17, acompanhou a exibição do curta “A Câmera de João”, o primeiro filme a ser exibido. “Achei muito interessante, principalmente porque mostra pra gente o valor das coisas simples”, comenta. João Pedro de Macedo, 15, também gostou da mensagem do filme. “Gostei muito, porque mostra muitos lugares que a gente já conhece, e agora vê com um outro olhar”, disse.

Maria do Carmo Sousa, 35, visitava a feira acompanhada de seus filhos e aproveitou para assistir o primeiro filme. “É um filme bem legal porque traz a mensagem de valorização de coisas simples, como a câmera feita de lata pelo avô do menino”, comentou a dona de casa.

Guimarães destaca também o incentivo ao cenário cultural e o apoio da Prefeitura de Aparecida. “Nós evoluímos bastante e o poder público está começando a entender a importância da cultura para a economia a arte gera riqueza. Acredito que a prefeitura junto à Secretaria de Cultura tem olhado a necessidade da cultura. O incentivo a arte e a cultura merecem mais porque ela poder contribuir muito com a economia”, pontua.

O secretário executivo de turismo, Guido Marco, também esteve presente no evento. Ele que também é jurado do festival conta quais critérios serão levados em consideração no momento de avaliação dos curtas exibidos. “Como jurado, irei avaliar os artistas presentes no filme, as posições da câmera que podem transmitir uma mensagem e por final, a mensagem do filme, o que ele quer me dizer; eu consigo compreender entendo o filme? Por exemplo, esse primeiro filme, mostra o conflito de gerações do avô e do jovem. E no final mostra o valor das coisas simples”, conta.

Segundo o superintendente da pasta, a intenção é fazer com a Feira da Igualdade e do Artesanato Aparecidense (FIARTE), seja parte do cotidiano dos visitantes da feira. “O que hoje é um festival, pretendemos fazer a exibição de filmes durante todas as quintas feiras”, comenta.

Confira a lista de filmes exibidos no primeiro dia do festival:

– A Câmera de João –  Direção de Tothi Cardoso – Duração de 21 minutos

– Café e quatro segundos – (Drama) Direção de Cristiano Requião – Duração de 15 minutos

– Os Retratos – (Curta/Animação/Suspense) – Direção de Amanda J. Campos – Duração de 2 minutos

– Aqueles Dois – (Documentário) –  Direção de Emerson Maranhão – Duração de 15 minutos

– Pescador de Memórias – (Documentário) – Direção de Eliabe Crispim – Duração de 17 minutos  

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